sábado, 1 de junho de 2013

A leitura é parte integrante do meu eu, não existo sem ela, sinto falta dela, necessidade, se fico sem ela, sinto-me pela metade. E não adianta ser leitura do trabalho, imposta por ele ou para informação, tem que ser uma leitura que me faça viajar, transcender o mundo daquele momento, me ajudar a relaxar e esquecer as outras coisas todas. É como se eu nunca estivesse competente o bastante em relação a ela e, portanto, precisasse mais e mais dela. Ou talvez seja um vício.
Escrever sempre foi uma necessidade também, embora a deixe de lado  muitas vezes. Mas gosto muito de escrever poemas, artigos e gostaria muito de conseguir inventar histórias, escrever um romance, ou um livro de contos. Já não sei se minha competência escritora chegaria a tanto. Sei que deveria escrever mais.

Na escola, a leitura e escrita sempre foram os melhores momentos, embora não tenha tido professores que as estimulassem de fato. Entretanto, criava os meus próprios incentivos juntamente com outros colegas, sem pretensão alguma, trocávamos livros e escrevíamos cartas uns para os outros, mesmo nos vendo diariamente. Não havia internet, mas creio que buscávamos uma outra forma de comunicação e de alguma maneira a escola deve ter tido sua parcela de incentivo, mesmo que tenha sido o de despertar a curiosidade.

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